Engano-terapia.

Os conceitos acadêmicos até que vão ficando mais claros quando eu sei querer que eles fiquem.

Nada como o primeiro seio em dias de debulhamento vermelho-líquido.

Quanto mais elas vêm, mais eu não sei fazer com que parem
...mais eu não quero que parem.

Não é Nietzsche. É Psicanálise pura, meu caro.



e será que a portinha existiu mesmo?

Terapia do Encontro.


Tenho fugido.

De quem sou, fui... sei.

Tenho fugido até do que eu não sei.

E do que eu não sou e não fui também.

Pra falar a verdade, tenho fugido é disso aqui mesmo.
Disso aqui dos lados e de dentro.

E pelo visto de nada adiantou fugir. Eu é que continuo com a mesma mania de complicação mal poetizada pra dizer coisas simples. Tipo essa pra justificar a preguiça de escrever pro blog nesse tempo todo.

Preguiça, descaso.
E abandono.

E fuga também, só pro final desse texto ter um pouquinho da coerência que eu não tenho, e pra fazer um sentido pra minha interpretação bem "teoria da conspiração", como diria alguém que conhece os meus pontos mais fracos que só dão nós (cegos!).

Depois de alguns meses foragida, eu volto dizendo a mesma coisa de sempre, na mesma fôrma de bolo de sempre.
É mais ou menos que nem aquele "bora marcar de sair", o daquele fim de semana que não vem nunca, mas traz a sensação ilusória de auto e inter-enganação disfarçada.

E viva a insistência da existência!

Existo, logo complico.