É o passado que se faz ser sentido no presente
O presente que negligencia o minuto
E o futuro que quer fazer esquecer o passado.
O sintoma que se dissolve em questões do poema
E faz-se desaparecer sem deixar de manter, mostrar, e de ser.
Deve ser realização.
Idealizada, sim. Mas é também vontade, e é falta que não finda e não sabe se dividir em três.
Deve ser verdade esse reflexo que reverbera no rio Eco.
A infância de Narciso.
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2 sintoma(s).:
"Deve ser verdade esse reflexo...".
Adorei o texto, Lori!
E seja bem-vinda ao meu blog!
Beijosss!
Tá saindo uma tremenda fumaça da minha cabeça pra entender a imagem que tu utilizou no post.
tchamo!
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